As mortes do Diabo
Há quinhentos mil anos atrás,
havia um Diabo que gostava de entrar nos corpos das crianças e possuí-las! Mas
da última vez a coisa não correu muito bem...
O Diabo só possuía as crianças
boas, com exceção da Princesa do Mal que era filha do Rei Vasconcelos.
O Diabo tinha uma grande
ajudante, era uma bruxa. Não pensem que era uma bruxa igual às outras! Esta era
diferente... não era má! Quer dizer, ela tinha que fingir que era má!
Ao fim de tantos anos a trabalhar
com o terrível Diabo e com o seu fiel companheiro, o Morcego da Sorte, a bruxa
pensou que também precisava de companhia, de alguém que a ajudasse a livrar-se
da maldição do Diabo!
Pensou, pensou e voltou a
pensar e concluiu que nada melhor do que ter uma abóbora mágica como braço
direito! E assim criou a sua nova amiga, uma abóbora redondinha e traquina e
que se distraía a treinar a sua poderosa magia.
Juntas, poderiam libertar a
bruxa daquele terror que era servir o Diabo...
Não perderam tempo e criaram
uma poção mágica, algo de fantástico, uma coisa sobrenatural!
A abóbora mágica apressou-se a
dizer as palavras mágicas:
- Perlimplimpim, perlimpimpim!
Libertada eu serei, transparente ficarei!
Então a abóbora, agora
transparente, entrou no castelo do rei Vasconcelos, procurou a Princesa do Mal
e deu-lhe aquela poção mágica. Deu-se logo a transformação, a princesa ficou
com cabeça de ovelha e só se poderia alimentar do sangue de crianças más. Agora
só os maus correriam um real perigo!...
Trabalho feito, a bruxa boa e a
abóbora mágica desapareceram e, agora, o Rei Vasconcelos obrigava o Diabo e o
Morcego da Sorte a caçar crianças más para alimentar a sua querida Princesa
Ovelha.
Atenção! O próximo serás tu!
Trabalho realizado pela aluna: Diana Vieira, 6º F
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